Seja bem vindo!!!

Notícias (Feed UOL)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

ENCERRANDO EXPEDIENTE!!!

Mais um ano findando, mais um ano de vida, mais um ano de experiência!!!
Quantas emoções e situações vividas. Creio que apesar dos dissabores que são normais ás nossas vidas, podemos dizer que ainda colhemos frutos.
Sim! Colhemos frutos! Esta é a nossa razão de viver!
Jamais devemos deixar de nos abater e sempre lembrar que estamos aqui para lutar. Combater! Vencer! Sermos dignos por ter combatido um bom combate!
Entramos em 2010 com ânimo e esforço renovado. Com o cálice transbordando para continuarmos nossa peleja e chegar até o fim, com mais uma vitória!
FELIZ ANO NOVO À TODOS!!!!!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Conselho autoriza alunos de 5 anos no ensino fundamental em 2010

A polêmica continua II. Clique aqui e leia o parecer do Conselho Nacional de Educação.

Veto a criança menor de 6 anos no 1º ano divide educadores

E a polêmica continua!!!! Clique aqui e leia a reportagem.

Inclusão na escola é abaixo da ideal, diz movimento

Pois é. Sempre me questiono quanto a forma de ser executada a inclusão. Os suportes que tanto são necessários e profissionais competentes e interessados ainda estão em faltas. Leia a reportagem da Folha sobre o desempenho, clicando aqui.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009

Manifestantes fazem "nu pedagógico" em protesto no Dia dos Professores em SP

Apesar do pouco tempo que me resta de escrever em meu blog, ainda deparo com "certas" notícias, no mínimo, curiosas. Esta estava a par de que iria acontecer mas queria saber como para poder depois noticiá-la. Num dia 15/10, dia dos Professores, pela primeira vez (que eu me lembre) trabalhamos para repôr mais um dia das férias que nos foram impostas por nossos governantes.
O "nu pedagógico" foi uma manifestação, no mínimo, curiosa. Leia aqui a matéria da Folha.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

CCJ aprova projeto que limita número de alunos em sala

Finalmente estão procurando a justiça (CCP-Comissão de Constituição e Justiça). Será que vão querer boicotar? Nada é impossível!!!.
Leia o artigo do Estadão clicando aqui.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

PELA EDUCAÇÃO ESPECIAL. CONTRA A ESCOLA ESPECIAL!

O texto a seguir se trata de uma reportagem realizado pelo Observatório da Educação, onde o entrevistado, Fábio Adiron, membro da comissão executiva do Fórum Permanente de Educação Inclusiva e pai de um menino de dez anos com síndrome de Down, fala sobre o parecer nº 13 do Conselho Nacional de Educação.

PELA EDUCAÇÃO ESPECIAL. CONTRA A ESCOLA ESPECIAL!
"Observatório da Educação entrevistou Fábio Adiron, membro da comissão executiva do Fórum Permanente de Educação Inclusiva e pai de um menino de dez anos com síndrome de Down. Ele fala sobre o parecer nº 13 do Conselho Nacional de Educação.“Somos a favor da educação especial e contra a escola especial, que é um modelo de segregação. A educação especial é uma necessidade específica do aluno que está na escola”, afirma.Observatório da Educação – Você tem um filho com síndrome de Down e atua no Fórum Permanente de Educação Inclusiva. Gostaria de saber sua experiência com a educação de seu filho e por que se tornou um militante da educação inclusiva?
Fábio Adiron - Minha experiência começa há dez anos, porque sou pai de uma criança com síndrome de Down. Não atuo profissionalmente na área de educação, mas acabei me envolvendo bastante com essa questão a ponto de hoje fazer parte da comissão executiva do Fórum Permanente de Educação Inclusiva. Quando fui procurar escola para meu filho, já fui com a ideia de colocá-lo numa escola comum. Ele entrou em uma particular, com três anos. Hoje, com dez, está na quinta série e tem caminhado bem, partindo do princípio de que, quando o professor acredita que ele pode aprender, encontra estratégias pedagógicas para ensinar.OE - Por que desde o início a opção pela escola comum?
Adiron – Porque quando ele nasceu e fui conhecer as escolas especiais fiquei horrorizado com o não-aprendizado de nada lá dentro. As pessoas entram lá e ficam eternamente, são educadas para serem deficientes para o resto da vida, não para serem pessoas. Na educação comum, educa-se uma criança para ser jovem, adulto, cidadão, para ter autonomia, capacitação para o trabalho, etc. Por isso me tornei militante da educação inclusiva. A opção é por esse caminho. Hoje existem dez ou doze jovens com síndrome de Down em universidades e todos lá chegaram pelo caminho comum. O que esses alunos têm em comum? Têm pais que não concordaram com esse modelo e os colocaram em escola comum. Foram educados dentro da escola para ter desenvolvimento acadêmico ao menos parecido com o resto da população.OE - Quais são os principais obstáculos para a educação inclusiva?
Adiron – Começam dentro de casa, onde os próprios pais. Pela cultura que temos em relação à deficiência, acabam olhando para o filho como coitadinho e não acreditam que a pessoa tem capacidade para aprender. Encontramos também uma série de obstáculos na escola, que acredita que todos vão aprender igualmente e acha que todo mundo deve se preparar para a escola e não que a escola deve estar preparada para todos. Há problemas, então, de discriminação e rejeição, dentre outros. A escola diz não estar preparada, mas na verdade não está preparada para educar. Temos exemplo na escola pública e na particular de que é possível encontrar caminhos. Existe ainda toda uma história de 60 anos de educação especial, quando era mais cômodo colocar essas crianças em lugar onde não dessem trabalho. Isso criou rede de instituições que sobrevivem à custa de manter esse status quo. São, portanto, várias barreiras. Há um histórico longo e complexo. Nem todos os pais, até hoje, acreditam. Existem mitos e lendas muito fortes. OE - Como a atuação do Fórum lida com a diversidade de deficiências, com as diferentes necessidades de adaptação e processos pedagógicos?
Adiron – Acreditamos que existem, em vários casos, necessidades de educação especial. Por exemplo, uma pessoa cega precisa aprender tecnologias assistivas. Isso é um tema da educação especial, é preciso um educador de braile para ensinar isso. Ou educador especial para ensinar libras para surdos, ou um para usar métodos de abordagens diferentes com pessoas autistas. Ou seja, é preciso ter educação especial dentro da escola comum. Somos a favor da educação especial e contra a escola especial, que é um modelo de segregação. A educação especial é uma necessidade específica do aluno que está na escola.OE – Mas isso não significa uma sala especial só com alunos com deficiência?
Adiron – Não, isso seria segregação do mesmo jeito. Só mudaria de endereço. É preciso atendimento educacional especializado, ou seja, a criança tem aula comum com as outras crianças e no contra-turno ela tem as matérias de educação especial. Matemática quem dá é o professor de matemática. O atendimento especial é para o atendimento específico.OE – Nesse contexto, qual é o significado do parecer nº 13 do Conselho?
Adiron – O parecer diz que o Ministério da Educação regulamentou o atendimento educacional especializado, resolveu a questão de verba. Antes era só uma, havia disputa por aluno entre a escola especial e a comum. Com o decreto de atendimento especializado, há uma verba para cada coisa. Ou seja, a escola recebe verba pelo aluno estar na escola comum, e o atendimento educacional especializado recebe sua verba, inclusive se for fornecido fora da escola comum. Para ter direito à verba do atendimento educacional especializado é obrigatório que a criança esteja matriculada na escola comum, ou seja, a educação especial deve ser complementar, não substitutiva. Hoje, as instituições que têm escolas especiais deixam de ser escolas substitutivas e devem mudar o modelo para fornecer esse atendimento educacional especializado. Tem gente que já está fazendo isso, a Apae de São Paulo fechou escola, está oferecendo atendimento educacional especializado, seja na escola, seja na Apae, mas desde que a pessoa esteja na escola comum.OE – O parecer dá conta, então, de todas as questões?
Adiron – O mundo ideal, para mim, é que tudo fosse dentro da mesma escola. O modelo do parecer ainda considera que o atendimento educacional especializado possa ser feito numa Apae, por exemplo, mas não pode ser substitutivo da escola comum.OE – Mas o sr. considera o parecer um avanço?
Adiron – Sim, é um avanço brutal, todos deverão estar na escola comum. O medo das grandes redes de educação especial é que, no momento em que essas crianças estiverem na escola comum, esta vai começar a descobrir que dá conta. Eles têm medo de que, no médio e longo prazo, a escola vá aprendendo a lidar com isso. Esse pânico que está sendo gerado é um discurso do pavor, em nenhum documento está escrito que serão fechadas as escolas especiais. Esse discurso está sendo usado para gerar pavor nos pais e toda essa movimentação, mas é um falso discurso, pois em nenhum momento se fala em fechar escolas especiais. OE – Que outras demandas por políticas públicas o Fórum traz?
Adiron – Fundamentalmente, o Fórum está preocupado com uma educação de qualidade para todas as pessoas. Inclusão não só de pessoas com deficiência, mas de todos aqueles que estejam excluídos de alguma forma da educação, seja por pobreza, raça, gênero ou qualquer outra questão. A ideia é como podemos atuar de maneira que os sistemas educativos possam ser abertos efetivamente para todas as pessoas, em todos os níveis, desde a educação básica até o ensino superior."

Quem quiser conhecer mais Fabio Adiron acesse: http://xiitadainclusao.blogspot.com/

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

MEC rejeita texto que obriga a pôr deficiente em escola comum

Vitória das APAES!!!! Mais uma vez, parabéns Fernando Haddad. 30 anos de luta pela inclusão jogados (talvez ainda não) no lixo. É lamentável!!!! O MEC está deixando de atender a comunidade para atender as "classes dominantes".
Sei que as escolas estão despreparadas e seus professores também. Trabalho e convivo com isto! Mas, lembro também que esta luta pela inclusão total é de longa data. Dava tempo suficiente para implementá-la com eficiência. E não "depositar" deficientes nas salas de aula, como é hoje (e ainda dizem que isso é inclusão). Leiam o texto na íntegra, publicado pela Folha, clicando aqui.

Gripe suína: Conselho de SP volta atrás e exige cumprimento de 200 dias letivos

Pois é... Numa das raras vezes que vi, em 28 anos de magistério, o Conselho Estadual de Educação de São Paulo volta atrás em sua decisão. Pelo parecer do CEESP o seu texto é idêntico à Resolução SE 57 e a Portaria nº 3.945/09. Isto nos faz crer que houve pressão dos órgãos governamentais (federal, estadual e municipal) para voltarem atrás em sua decisão. Leia o texto em sua íntegra clicando aqui.

sábado, 15 de agosto de 2009

Pressionado, conselho adia decisão de flexibilizar calendário escolar

Isto é válido somente para as escolas particulares, haja visto que as Secretarias de Estado e Município de São Paulo já colocaram suas posições de manterem os 200 dias.
O incrível é ter que ler, ver ou ouvir políticos (como por exemplo o Ministro da Educação, Fernando Haddad) colocando que é um "direito" do aluno ter os 200 dias. Pergunto: e os direitos dos alunos por uma escola de qualidade? Desde quando quantidade de aulas é sinônimo de qualidade de ensino? Oh, Sr Ministro. Me poupe!!
Basta refletir (se é que fazem isto!): Reposições demandam pessoas que devem ser deslocadas para atenderem uma área que não constavam atividades. Requerem gastos! Nas escolas é patente que demandam equipe técnica toda, funcionários (inspetores e pessoal de apoio como secretaria e limpeza), pessoal terceirizado para manutenção do prédio (prefeitura, o que implica gasto de horas-extras) e professores (tudo bem, pois estes não trabalharam durante o período) e alunos.
Requer, também, o adiamento de algumas atividades já elencadas com a comunidade que podem utilizar o espaço físico durante os sábados. E, outros assuntos que fogem de meu conhecimento.
Há a possibilidade de se decretar a diminuição dos dias letivos sem prejuízo de sua qualidade (180 dias ou 190, que é a nossa realidade, de São Paulo). Se fosse uma reposição por motivo de greve, tudo bem! Mas, por se tratar de uma pandemia, cabe ter uma reflexão maior. Ou será que a situação é mais grave e não se quer "tocar" no assunto?
Deixo a quem ler concluir, pois já tenho a minha.
É interessante que se leia o artigo da FOLHA. Clique aqui e leia.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

VOLTA ÀS AULAS: ESTADO E PREFEITURA DECIDEM MANTER OS 200 DIAS LETIVOS

É tudo uma total insensatez. Não há palavras para isso a não ser dizer: que culpa tem os profissionais de educação e os alunos pela pandemia?????

Leia este artigo da Folha de São Paulo - 12/08/2009 - Cad. Cotidiano

"As escolas das redes públicas estadual e municipal terão de cumprir os 200 dias letivos programados para este ano. Os 15 dias de aulas perdidos com o adiamento por conta da gripe suína poderão ser repostos aos sábados e na semana de folga agendada para outubro."

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Gripe suína: Conselho de São Paulo "desobriga" escolas a cumprirem 200 dias letivos

Pois é... Mais uma vez acertei. O Conselho Estadual de Educação aconselhou às escolas usarem o "bom-senso" e desobrigou a term 200 dias letivos desde que estas cumpram o conteúdo proposto no planejamento. O que falta agora é as Secretarias Educacionais Municipais e Estaduais, além das particulares acatarem a recomendação do Conselho. Isto é um alívio!
Leia o artigo do UOL clicando aqui.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Os R$7.000,00

Pois é. Analisando os artigos chega-se a muitas dúvidas e pouca conclusão.
- Se você optar por tentar alcançar o top do salário de professor/direção, após 12 anos, a sua aposentadoria será acrescida do valor? (Se bem que ainda se fala na escala de vencimentos atual)
- Como virá discriminada este acréscimo? Gratificação? Bônus? (Se for assim, não há garantias na aposentadoria!)
- Se for incorporada nos líquidos de vencimentos, haverá uma mudança na tabela. Quem garante que os direitos adquiridos por todos serão mantidos? (São tão poucos!)
- Quais são os critérios de avaliação? Baseados em que princípios? Como serão avaliados os candidatos? (Haverá conchavos?)
Há mais dúvidas que poderiam serem acrescentadas, mas espero que sejam para o bem da Educação.
Realmente, 12 anos é muito tempo, ainda mais se tratando de POLÍTICA GOVERNAMENTAL PARA A ÁREA DA EDUCAÇÃO, na qual ficamos à mercê de quem governa, ou seja, será que um governo de oposição manterá este projeto? Afinal, são 3 mandatos!
É... Aguardemos. Sei que estou sendo cético. Acho que 28 anos de magistério me fizeram assim. Perdoem-me por estas colocações mas ainda acredito que haverá uma mudança educacional que agrade a maioria. Eles estão tentando...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Salário de professor pode chegar a R$ 7 mil em SP (continuação)

Continuando, lembro que todo o processo decorrerá em 12 anos!!! Não sejamos imediatistas!!! Éo tempo necessário para o professor evoluir até a máxima. Preste atenção aos critérios utilizados. Não é impossível chegar lá. A tabela é atraente!!! Daqui a 12 anos saberei se alguém chegou lá. (espero estar aposentado, hehehehe).
CLIQUE AQUI e veja a tabela e, tente chegar lá.

Salário de professor pode chegar a R$ 7.000 em São Paulo

UUUUAAAAAUUUUU!!!!! QUE BOM!!!!! FINALMENTE DERAM VALOR !!!!!!!
CALMA!!!!! PÉS NO CHÃO!!!!!!

A manchete é ótima e real. Mas...
Leia o texto do Dimenstein e verá como será árduo chegar a este salário (lembro que somente o diretor chega a este salário (R$ 7.147,05). O PEB I cheg a pouco mais de R$ 5.429,45 e o PEB II a R$ 6.270,78).
Se analisarmos friamente, o professor que se submeter a estas avaliações regulares terá lembrado que seria melhor fazer uma pós de mestrado e/ou doutorado que ganharia no mínimo igual ao professor do estado (lembro que não precisará aturar os alunos que temos!).
Acho que, somente aqueles que amam a escola fundamental fariam estes exames. Mas, a intenção é boa mas, não é por aí que conseguiremos uma escola de qualidade.
CLIQUE AQUI e leia a reportagem.

sábado, 1 de agosto de 2009

Parques devem ser adaptados

Ainda me lembro quando ia a um parque e ficava vendo os outros se divertirem. Hoje, ainda vejo. Mas, a luz ainda brilha, mesmo que fraquinha. Uma nova lei obriga que 5% dos brinquedos sejam adaptados. É um início, finalmente! Há comentários de entrevistados que nos mostram cada dia há muito por fazer em relação à pessoa com deficiência. Há a boa intenção mas... como sempre, conceitos errados.
Veja o vídeo no UOL, clicando aqui.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

BULLYNG

Sei que este assunto está muito saturado pois sempre falam dele. Ma, convém sempre alertar. Como dizia Cazuza: "Eu vejo um museu de grandes novidades..." (O Mundo Não Para).

BULLYING

Como transformar atitudes agressivas em afeto.
O Bullying é um problema muito sério. Este tipo de comportamento pode fazer com que crianças e jovens se sintam magoados, assustados, doentes, solitários, envergonhados e tristes. Os “bullies” ou agressores podem bater, chutar, empurrar ou ainda podem falar mal, ameaçar, colocar apelidos maldosos ou intimidar as pessoas. Um agressor pode espalhar boatos mentirosos sobre alguém, pegar as coisas de outras crianças, tirar sarro de alguém ou deixar alguém de fora do grupo de propósito. Alguns agressores ameaçam as pessoas para tentar fazer com que elas façam coisas que elas não querem fazer. Bullying não é brincadeira!

O Bullying é um problema enorme que afeta muitas crianças. Um terço de todas as crianças diz que já foi alvo de bullying. Ser alvo de bullying faz com que as crianças se sintam muito mal. O stress de ter que lidar com os agressores faz com que as crianças e jovens se sintam doentes. A prática do Bullying faz com que as crianças não queiram brincar fora de casa ou ir para a escola. É difícil se concentrar nas tarefas escolares quando você está preocupado com a maneira como você vai ter que enfrentar o seu agressor. O Bullying aborrece todo mundo — e não somente as crianças que são os alvos. O Bullying pode fazer da escola um local assustador e pode ocasionar mais violência e mais stress para todo mundo. Por que os Agressores agem assim?
Alguns agressores querem atenção. Eles podem achar que praticando o bullying vão ser populares ou vão conseguir o que querem. A maioria dos agressores quer se sentir importante. Quando eles intimidam outra pessoa, isto pode fazer com que eles se sintam poderosos e fortes. Alguns agressores vêm de famílias onde todo mundo está sempre bravo e gritando. Provavelmente eles pensam que ficar bravo, usar palavrões e empurrar as pessoas é um jeito normal de agir. Alguns agressores simplesmente copiam o que vêem outra pessoa fazendo. Alguns também já foram alvos de bullying. Às vezes os agressores sabem que o que eles estão fazendo ou falando magoa as pessoas. Mas alguns agressores podem não ter idéia do quanto suas atitudes podem ser dolorosas para os outros. A maioria dos agressores não entende ou não se importa com os sentimentos dos outros. Os agressores frequentemente escolhem um alvo sobre o qual acreditam ter poder. Eles podem escolher crianças que se aborrecem facilmente ou que têm dificuldade para se imporem. Quando alguém tem uma forte reação, os agressores sentem que conseguiram o poder que queriam ter sobre aquela pessoa. Algumas vezes os agressores escolhem alguém que é mais inteligente do que eles ou que é diferente deles de alguma forma. Algumas vezes os agressores intimidam uma criança sem motivo algum.Bullying: o que fazer?
A boa notícia é que crianças e jovens que são agressores podem aprender a mudar suas atitudes. Professores, coordenadores, orientadores e os pais podem ajudar. Os agressores podem mudar se eles aprenderem a usar os seus poderes de maneiras positivas e com respeito. Por fim, se os agressores vão decidir mudar suas atitudes ou não, é uma escolha deles. Alguns agressores se tornam pessoas incríveis. Outros não aprendem nunca. A melhor maneira de se eliminar o Bullying é promover o diálogo aberto, transparente e honesto sobre questões que oprimem jovens e crianças. A ideia de se trabalhar com o preconceito e o bullying de uma forma pró-ativa surgiu da parceria com um programa já existente nos EUA chamado “Seja a Mudança”. O sucesso já atingido com o programa nos EUA e no Brasil permite o reconhecimento de mudanças importantes de atitudes em decorrência do aprendizado adquirido. Através de vivências marcantes e interativas, o programa leva adolescentes e adultos a uma exploração, cuidadosamente desenvolvida, sobre as formas como as pessoas se separam umas das outras, mostrando ao mesmo tempo como interromper este processo e começar a criar vínculos de afetividade e respeito. Os objetivos maiores do programa são: auxiliar no aumento da autoestima e valorização do ser humano; mudar a pressão negativa sofrida pelos jovens em seus grupos para que estes se tornem um local de apoio e segurança; eliminar o conformismo com a colocação de apelidos, bullying e todas as formas de violência.

Milene Thomas
Psicóloga, especialista em Dinâmica dos Grupos. Diretora da "Consentire - pelo desenvolvimento humano" e Coordenadora do programa "Seja a Mudança" no Brasil.
27 de julho de 2009

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O DISCURSO DO PAVOR


Só estou republicando o artigo de Fábio Adiron. Acho que não é necessário comentar pois o texto é auto-explicativo. É lamentável vivermos essa situação.


"As escolas públicas, em todos os âmbitos (municipais, estaduais e federais), estão cheias de problemas.Classes superlotadas. Professores mal remunerados. Questões de segurança pública. Instabilidade de gestão que muda a cada eleição.Por isso, de acordo com os inimigos da inclusão, é melhor deixar as crianças com deficiência na rede assistencialista particular.Desde que a rede assistencialista particular continue a se manter com... verbas públicas.Mais que isso, muitos dos profissionais que trabalham nessas instituições privadas, são funcionários públicos emprestados. Por sinal , eles odeiam quando perdem essa boquinha e tem de voltar a trabalhar em escolas de periferia, Conviver com a pobreza é muito desagradável.Há não muito tempo escrevi que menos de 300 dessas instituições recebiam do governo do estado 33 vezes mais dinheiro que as 5 mil escolas da rede estadual, para o atendimento de alunos com deficiência.Quem recebe tanto dinheiro precisa de argumentos para não perdê-lo. E o principal deles é que a escola pública é uma instituição falida. Para eles, quanto pior estiver a educação pública, melhor.O discurso dessa pessoas me lembra muito um discurso feito pela atriz Regina Duarte nas eleições de 2002, tentando convencer as pessoas pelo pavor.O pavor que se quer infundir aos pais é o da escola pública.Mas a escola pública resiste bravamente. Especialmente onde ela compartilha a gestão da escola com a comunidade que atende.É verdade que muitos professores da escola pública estão desmotivados. Só levam pancada de todos os lados. Da mídia, dos privatistas e, pasmem, até dos governantes que mesmo estando no poder há décadas alegam que o problema da educação não é dos seus governos.Depois de tanto tempo privatizando a "educação" de pessoas com deficiência apenas para mantê-las eternamente deficientes chegou a hora de investir em outra lógica.Claro que não vai funcionar da noite para o dia. Claro que surgirão dificuldades, erros, rejeição e problemas. Mas também é claro que só a rede pública é que vai ter a capacidade de atender todas as pessoas com deficiência (e não apenas alguns privilegiados que tem acesso à rede assistencialista privada).Entre o que já sabemos que não funciona e a possibilidade daquilo que pode funcionar, eu prefiro a esperança do novo.Ah, antes que eu esqueça. As escolas particulares também superlotam classes em nome do lucro. Seus professores vivem sob o risco de perderem o emprego. Estão cheias de problemas de segurança (drogas, bullying) e também não tem nenhuma estabilidade na gestão.
Descrição da imagem : cena de um homem apavorado por uma assombração."

FÁBIO ADIRON
http://xiitadainclusao.blogspot.com/
JULHO/2009

terça-feira, 28 de julho de 2009

Calendário de reposição de aulas na rede estadual de SP ficará a cargo de cada uma das escolas

200 dias??? Se realmente levarem a sério em relação a Gripe Suína, acho que teremos calendário aprovado por decreto (menos dias letivos). Ou será que teremos aulas até o Ano Novo?
Clique aqui e leia a reportagem.

Educação de SP adia volta às aulas para 17 de agosto por causa de gripe suína

Finalmente uma atitude sensata. Pode parecer festa mas, quem tem sua sã consciência sabe que este é o começo. Aguardem que acontecerão coisas que TODOS duvidam!!!
Leia a reportagem aqui.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

São Paulo estuda adiar início das aulas por causa da gripe suína

Estava comentando na escola à 2 semanas que do jeito que está andando a GRIPE SUÍNA iria afetar o início das aulas. Parece que minha "bola de cristal" funcionou mais uma vez. Leia a reportagem aqui.

Obs.: Não creio que haja o adiamento, pois isto significaria que o(s) governo(s) assumiriam o caos e a perda de controle da epidemia, além de provocar o pânico na sociedade. Mas, aguardemos...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Mobilização Nacional a favor da Educação Inclusiva

Recebi este e-mail e vale a pena publicar. Vamos participar pois vale a pena. Envie-mails. Vamos garantir o que é de direito!

Mobilização Nacional a favor da Educação Inclusiva. Participe!

A Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down vem através dessa carta pedir apoio à luta pela Educação de qualidade para alunos com e sem deficiência no nosso país.

Acreditamos que a educação inclusiva é base para a autonomia e para a vida independente e consideramos que o direito do aluno de estudar na classe comum da escola regular é um direito dele; constitui obrigação da família, da sociedade e do Estado.

Os caminhos precisam ser percorridos e o receio do novo não pode ser justificativa para retrocessos. Está provada a importância do convívio com os pares da mesma geração e a importância de aprender em conjunto, com todas as diferenças que formam a sociedade, da qual a escola é espelho.

A proposta de manter a educação segregada para crianças, adolescentes e jovens implica em abrir mão de um direito constitucional, dispondo de um direito que, por natureza, é definido como indisponível.

Se existem falhas, essas devem ser corrigidas, se faltam apoios e recursos, devemos exigi-los, tendo como base as mesmas leis que garantem às pessoas com deficiência a presença,o aprendizado e o convívio na sala de aula com as demais crianças.

Falar em educação não implica tratar apenas do hoje, mas também do amanhã e do futuro de pessoas com deficiência que um dia deixarão de ser alunos e que devem ter o direito de viver em sociedade e fazer suas próprias escolhas. Devem também ter direito de acesso aos apoios quando necessário, à saúde, à cultura, ao trabalho, ao lazer, ao envelhecimento com dignidade e ao pleno exercício da cidadania.

Como construir uma sociedade para todos sob a lógica da “separação”? Como pensar em pessoas com deficiência exercendo a cidadania se não tiverem o direito de frequentar a escola comum, lugar onde se formam todos os cidadãos?

A construção da Escola, com “e” maiúsculo, com educação de qualidade para todas as pessoas depende do esforço coletivo e seus resultados beneficiarão o conjunto da sociedade.

Lutamos e exigimos que na escola regular as pessoas com deficiência sejam atendidas em suas especificidades . Mas não vamos consentir que, sob o pretexto das “dificuldades do convívio e de apoios, da falta de capacitação e da dificuldade de aprendizado" e até mesmo de possíveis falhas – considerando que esta é uma mudança de paradigma para a escola e a sociedade - que os retrocessos aconteçam, com a tentativa de manter a política de segregação.

É preciso considerar a importância do Atendimento Educacional Especializado, fortalecido pelo Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, que acontece necessariamente no contraturno atendendo às especificidades dos alunos com deficiência, assim como o Parecer nº 13/2009,que fortalece ainda mais o AEE e a Educação Inclusiva, direito indisponível e inquestionável garantido pela Constituição Federal nos art. 205, 206 e 208 e pelo art. 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil através do Decreto legislativo 186/2008, com status de emenda constitucional.

É importante considerar que, assim como a sociedade, a escola deve servir a todos (as) e levar em conta que a educação é essencial na vida de qualquer pessoa, bem como a convivência e o rompimento das barreiras do preconceito que os alunos com deficiência enfrentam. Quanto menor o convívio, mais as pessoas com deficiência serão consideradas como "especiais", que pertencem a um mundo à parte. Agindo desta forma, mais dificuldades deixaremos como legado para seu futuro, quando não mais estaremos presentes.

A Inclusão para a Autonomia não se efetiva sem o pertencimento; quem não pertence não faz parte. Para que isso aconteça, estudar junto é imprescíndivel.

Acreditamos que é justamente para evitar discriminar e segregar que a nossa Lei Maior garante esse direito que se traduz em dever para a família, sociedade e Estado, assim como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que vigora no território nacional com valor de Emenda Constitucional garante a inclusão plena para pessoas com deficiência desde o seu nascimento.

Além das leis, devemos recorrer ao bom senso, pois se o que realmente queremos para as nossas e todas as vidas é a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade e o fim da discriminação, vamos permitir que crianças, adolescentes e jovens com deficiência cresçam incluídos, pertençam e saiam da invisibilidade, porque essa é uma necessidade humana.

Se as escolas ainda não são acessíveis e adequadas, temos a nossa parcela de responsabilidade. Cabe também à sociedade civil promover mudanças através do controle social e exigir do Poder Público o que é de direito.

Vamos lutar sim, mas por uma Política de Estado que garanta a alunos com deficiência e suas famílias que a educação inclusiva ou a Educação para todos (as) seja realidade sem volta em todo Brasil, e que todos os alunos com deficiência sejam atendidos em suas especificidades, sem prejuízo de frequentar a escola e conviver com todos e todas que dela fazem parte, alunos com e sem deficiência e todos(as) diferentes entre si.

A SEESP/MEC cumpre com a sua obrigação ao entender, compreender e definir o Atendimento Educacional Especializado de acordo com a Constituição Federal de 1988 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em benefício dos 25 milhões de brasileiros com deficiência e suas famílias.

Por isso, convido-os (as) a enviar mensagens aos parlamentares e ao Ministro da Educação em apoio à Educação Inclusiva sem restrições, Educação Inclusiva para Todos (as)

Para enviar e-mails aos parlamentares entre no site www.camara.gov.br

Para enviar e-mails ao Ministro Fernando Haddad segue abaixo o endereço eletrônico do chefe de gabinete

Ministro da Educação - Fernando Haddad

Chefe de Gabinete

João Paulo Bachur

E-Mail: chefiadegabinetegm@mec.gov.br

Claudia Grabois
Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down
17 de Julho de 2009

sábado, 18 de julho de 2009

Primeiro juiz cego do país irá atuar na Justiça do Trabalho

Esta história para quem lida com deficiências parece banal só mudando os personagens. Para quem não lida é uma história inédita na qual se pode emocionar ou não.
Para mim: "Até quando temos que provar à sociedade que: podemos, conseguimos e realizamos?"
Fico indignado com isto. Estou há 28 anos na militância dos direitos das pessoas portadoras de deficiência e sempre ouço, leio e vejo as mesmas notícias. É... (a conclusão desta reticências é sua). Clique aqui e leia o texto da Folha.


OBS.: Não sou contra a notícia. Sou a favor. Apenas estou indignado que sempre temos que provar à sociedade em pleno Séc. XXI.

Blitz flagra falta de higiene na merenda

Existem notícias que o título já declara todo o seu sentido. Esta é uma que quem trabalha já presenciou e nunca comentou. Leia o texto pubçicdo na Folha clicando aqui.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Pais e Professores > Vídeos EDUCATIVOS

No UOL/Educação há uma relação de vídeos interessantes para pais e professores. Vale a pena conferir. Clique aqui.

Professor: hora de recarregar a bateria

Texto de Içami Tiba:
"...As férias são das aulas, mas a mente e o corpo não devem parar de aprender e de se movimentar nunca." Clique aqui e leia o texto.

Profissão de professor atrai cada vez menos os jovens, afirma UE

Quem pensa que é só no Brasil que ocorrem certas "coisas", eis que aparecem notícias, no mínimo, curioso. Mas a realidade em relação à educação mundial é triste e desolador. Afinal, cortar a fonte do saber é melhor para a manutenção do poder. Clique aqui e leia o texto na íntegra.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O DIREITO AO TRABALHO!!!!

Pensei muito sobre este texto que irei colocar. Já tinha visto acontecer com alguns colegas e não tinha pensado que ocorreria comigo. Redijo sobre a falta de "bom senso" que tenho passado. Afinal, são um ano e meio de luta para poder voltar a trabalhar com honra. Em novembro/07 passei a sentir um problema que mudaria muito minha forma de pensar sobre o trabalho. Passei a ter o que muitos colegas têm: a tendinite. Até aí, nada de mais que uma fisioterapia não resolva ou uma acupuntura. Mas, com o passar do tempo, agravou-se pois além de professor, sou um cadeirante e dependo exclusivamente de meus braços para as necessidades mais básicas, como me deslocar, ir ao banheiro, etc. Voltei ao médico. Descubro que é crônico. E mais! Tenho que diminuir minha rotina pois a cirurgia não é a minha solução.. Como fazê-lo? Falar para alguém de "braço-curto" é fácil. Trabalho em duas redes (estadual e municipal) com carga girando 55 aulas semanais, dependo (como todos) destes empregos para levar o meu dia pois tenho gastos extras. O médico sugeriu a mudança de função (readaptação). Trabalhei muito com a minha cabeça sobre largar meus alunos (apesar da maioria querer se afastar deles). Por ser uma questão de saúde não tive opção. Acatei. Isto foi só o começo do martírio!

Na Prefeitura, foram necessários 2 meses e, no final de janeiro/08 tive autorizada a minha readaptação inicial de 2 anos (pois é de praxe para após pegar a definitiva). E mais, continuo fazendo o que gosto: TRABALHAR JUNTO COM OS ALUNOS em projetos especiais, como por exemplo o xadrez e Grêmio Estudantil. Mas, no Estado não ocorreu isto. AINDA estou em licença-saúde desde aquela época, tentando mudar de função, toda documentação exigida já foi entregue e continuo nesta luta. LUTAR PARA PODER VOLTAR A TRABALHAR!!! É brincadeira????

O Estado não fez nenhuma convocação para avaliação médica. Apenas vejo os peritos anotando dados que já foram anotados em mais de 10 ou 15 vezes que já fui ao DPME. Sinto-me mal por receber salário e não trabalhar. Sei que não posso voltar por questão de saúde mas sei que tenho condição de assumir outras funções na unidade que trabalho.

Enfim... A luta continua!

Este texto pode ser um desabafo para alguém que queira ler neste blog, ou passe a mesma situação que eu, ou alguém visite este blog. Mas aí está o alerta.

domingo, 10 de maio de 2009

Escolas particulares podem negar matrícula a crianças com deficiência?

Recebi este e-mail e vejo que sempre deparamos com situações semelhante TODAS as vezes. Lembro-me que uma pessoa me agradeceu por ter postado algo semelhante. É lamentável, mas isto ocorre e sempre ocorrerá.

Escolas particulares podem negar matrícula a crianças com deficiência?

Uma resposta que circulou na lista Fórum Inclusão

Pergunta:

Recebi uma informação de que as escolas particulares podem negar matrícula para alunos especiais, segunda a deliberação da justiça que diz que a rede particular pode determinar o tipo de clientela a ser atendida em seus programas, enquanto a obrigação de atendimento a todos é da rede pública, por ser governamental, devendo atender a todos.

Resposta:

A pessoa com deficiência é cidadã como qualquer outra e seus direitos devem ser respeitados por todos, em todas as situações. As Instituições de ensino devem cumprir com todas as normas gerais da Educação Nacional.

Conforme o artigo 208 da Constituição Federal, a pessoa com deficiência tem direito de estudar em escolas públicas e particulares. Isso é um direito subjetivo que lhe garante o acesso à pré-escola, ensino fundamental, médio e universitário.

Caso a Instituição Escolar, seja ela pública ou privada se recusar a aceitar uma pessoa com deficiência, a mesma poderá sofrer ação judicial e instauração de inquérito policial, por constituir crime, conforme estabelece o artigo 8º, I, da lei 7.853/89.

No artigo 2º desta mesma lei, é estabelecido que o poder público tem obrigação de promover a inclusão da pessoa com deficiência na rede de ensino, pública ou privada e viabilizar os recursos para que isto aconteça, bem como a capacitação dos profissionais da educação.

Se esses direitos forem recusados é preciso procurar a OAB e denunciar ao Ministério Público Federal.

Izaira Carvalho Peixoto.

Serra vai criar escola de formação de professores em São Paulo

É piada????????
E as Universidades não reclamam?
Esta atitude mostra-nos claramente que o Governo Estadual questiona declaradamente a formação do professor em centros acadêmicos (Universidades) pois, se o professor é obrigado a participar desta escola de formação é sinal que ele não foi preparado a lecionar.
Ou, se nós vermos por outro lado, o professor deverá fazer uma Universidade e depois mais um curso de "aperfeiçoamento" (ou estagio?) o que aumenta a vida acadêmica do indivíduo. Com isto, o Governo pagará salário digno por anos de estudo??????
Continuaremos sem resposta.
Leia o artigo da Folha aqui.

Diretor da melhor escola estadual de SP diz que vai "contra modismos" de secretários

Hilárico!!!!
Se lessem artigos como este se sentiriam justiçados!
Se Governos lessem e digerissem este artigo passariam a ouvir melhor os professores.
Pena que para eles não interessam de "conversas paralelas".
E dá-lhes pacotes educacionais, imposição de currículo e "coisinhas" parecidas.
Leia este artigo aqui e conclua.

terça-feira, 5 de maio de 2009

SP anuncia 10 mil vagas para professores até setembro e promete outras 50 mil

Uma notícia interessante! Vale a pena ler!
Os ACTs também tem novidades. Leia, reflita e questione. CLIQUE AQUI

quinta-feira, 9 de abril de 2009

SARESP - Saiu o resultado!!!

Saiu o resultado do SARESP (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). Veja o resultado de sua escola aqui.
A reportagem fala que o rendimento foi abaixo de 2008. Este rendimento em minha opinião era esperado por diversos fatores que envolvem a aprendizagem nos dias de hoje. Leia a reportagem clicando aqui.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

REATECH 2009

Está sendo realizada o evento anual chamado REATECH no Centro de Exposições Imigrantes até o dia 05/04. A REATECH é uma Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade e está em sua 8ª edição. É um evento importantíssimo para estes segmentos pois é o único do ano em São Paulo onde há apresentações de produtos em stands de várias empresas do ramo dos Portadores de Deficiencia, Idosos (agora incluídos) e outros; além de palestras e test drive com veículos adaptados.
Taí o link da REATECH pois, ainda é possível fazer sua inscrição: http://www.feirasnacipa.com.br/reatech/.

Faltas de docente estadual por atestado médico caem 56% em SP

Conclua você mesmo sobre o assunto. Clique aqui e leia o texto em sua íntegra.

Professora sofre fratura em vértebra ao ser agredida por aluno na zona sul de SP

Mais um caso desagradável de se ver, ouvir, ler, comentar, e, enfim, NADA DE NOVO NO FRONT.
Acho que a matéria em si diz tudo. Sem comentários!!!! O descaso é geral e ainda falam que professores faltam, não dão aula, tiram licença demais, e...
... Aonde está o problema da Educação??????
Educação de berço ou Educação escolar????
E têm pais que acham ótimo e defendem estes tipos de "alunos" dizendo "coitados, o que fizeram com ele, que humilhação passaram... e, assim por diante".
Li uma reportagem sobre uma novela que chega a tratar deste assunto. É inadimissível ler comentários de mães que só criticam a escola e esquecem que os filhos que estão criando são para sua vida toda e que na escola estão de passagem. É...
...certos pais tem os filhos que merecem. Espero que não virem manchetes de jornais nos noticiários policiais.
Clique aqui, leia o texto.

Professores planejam paralisação nacional para o dia 24 de abril

Mais uma medida de força para o cumprimento de uma Lei Federal. É incrível como tudo tem que ser na base do grito ou da força para se conseguir a execução de um direito garantido em lei.
Nem pretendo comentar este assunto, estou postando pois sinto "cheiro" de um ano com muitas greves, principalmente em São Paulo. Clique aqui e leia a matéria.

Conselho limita docentes temporários a 10% na rede pública de ensino

O Conselho Nacional de Educação aprovou ontem norma que fixa a 10% de professores temporários devendo, caso exceda, realizar concurso público. No Estado a estimativa é de 44% de professores nesta situação.
Acho que isto, contempla o que a categoria sempre lutou: concurso para professores. É questionável quando o assunto se diz "qualidade de ensino". Convenhamos: uma prova pode selecionar um bom aluno, pesquisador ou quem sabe um bom professor conhecedor de sua disciplina. Mas, não avalia se realmente aquele que passou está preparado para exercer a profissão de professor.
Quantos de nós vimos, profissionais dedicados, exemplares, que não conseguem passar num concurso. Pessoas que lidam com situações de conflitos decorrentes em uma sala de aula de forma digna e respeitavel. E, em contrapartida, quantos vimos "professores" que passam (e muito bem!) em vários concursos mas que não têm um vínculo sequer com a profissão?
Realmente existem dois lados para serem analisados e pesados (bem pesados!) numa balança que pode pender para uma injustiça.
Apesar de tudo, considero um avanço do Conselho em relação à valorização do magistério. Mas, aguardem que os Governos irão recorrer (infelizmente). Leia a matéria em sua íntegra, clicando aqui.

sexta-feira, 27 de março de 2009

CAIU A SECRETÁRIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Foi anunciada a substituição da Secretária da Educação do Estado de São Paulo, Maria Helena pelo ex-ministro e ex-secretario da Educação Paulo Renato. Sai uma técnica para a entrada de um político. Interessante pois hoje está sendo realizada uma manisfestação no centro promovido pelo sindicato da categoria.
Não vou comentar a mudança, mas percebe-se que tudo isto é uma estratégia política pois se trata de um bom estrategista, além, é lógico, do desgaste que a ex teve com a divulgação na mídia sobre os livros de geografia impressos com erros grotescos.
Clique aqui e leia a materia divulgada pelo UOL/FOLHA.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Banco do Brasil é condenado a pagar indenização e enviar documentos em braile a cliente com deficiência visual.

Finalmente uma notícia e um recado aos bancos (ou podemos dizer, agências inacessíveis?). Que esta vitória seja um alerta para estas instituições que cobram taxas absurdas mas não garantem o acesso de PNEs.
Faltam melhorarem os caixas de atendimento eletrônico na altura compatível aos cadeirantes (algumas já o tem) e facilidades para os de visão sub.
Quanto ao acesso, sem comentários. Clique aqui e leia a reportagem.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Dentada! E que dentada!!!!!!

Recebi este texto que merece uma reflexão! Clique aqui e leia, depois continue a ler este comentário.


Acho que não merece comentário. Em pleno séc.21 e ainda vemos, ouvimos e ficamos de boca aberta.
ACORDA!!!!!!!!!!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Voltando das Férias!!!!

Pois é, pessoal!
Estou voltando das férias e há muitos assuntos que estiveram presentes na mídia e algumas chegam a serem problemáticas.
Mas, infelizmente, estamos neste mundo onde a crítica ainda atinge a classe do magistério como o principal problema para o aluno não aprender.
Batalhas jurídicas na atribuição dos OFAs (Ocupante de Função-Atividade) do Estado de São Paulo repercutiram, cujo o resultado é uma liminar (que pode ser cassada) impetrado pelo sindicato dos professores fizeram o governo adiar o início das aulas para o dia 16/02.
E aí vem a cobrança do governo à juiza: E os professores que tiraram nota zero? Clique aqui e leia a reportagem.
Por mais que ocorram estes problemas, é errôneo dizer que ninguém perde. Quem perde?? O aluno e também o professor. O aluno por ter que ficar "dias a mais" em aula e o professor porque tem que acompanhá-lo no decorrer do ano (se observarmos, o calendário do ano letivo já beira 23/12 sem interrupções).
Conversando com um colega do sindicato, corre-se o risco de haver uma nova atribuição em julho (isto não é oficial).
O Bônus para o Estado de São Paulo poderá ser parcelado em março. (Nem vou comentar).
É, mudando o assunto, quanto à inclusão, entrei num forum no ORKUT: "EU RESPEITO AS VAGAS DE DEFICIENTES", na qual comentei a respeito da possibilidade de multar veículos irregulares nestas vagas. Argumentei e ainda houve contestação. Deixo claro que não sou contra a medida. Sou A FAVOR. Só não vejo viabilidade por se tratar de Brasil, onde a "lei de Gerson" ainda impera.
Outra notícia é taxis para deficientes (que é uma boa!!!). Espero que esta seja pra ficar, mesmo que sem o incentivo fiscal que eu acho que compete o governo criar e dar. Clique aqui e leia.
Houve outros assuntos que viraram notícias que com o passar do tempo irei publicar.
Bem, o mundo gira e nós também. Vamos levando a nossa vida com fé e esperança para atigirmos o ideal de nossa existência. (Senão estamos perdidos!!).

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Aluna é condenada a indenizar professor por xingamento

Que notícias são essas onde o valor não existe mais? Não é exatamente boa por se tratar da falência de valores morais. Muitos (principalmente professores e, até eu me incluo) estão aplaudindo a condenação. Mas, se analisarmos bem, não é notícia para se agradar. Fico pensando no futuro: teremos profissionais dignos, exercendo um papel digno na sociedade, com valores morais para mudarmos para uma sociedade justa ou estamos caminhando para o fim? Se lembrarmos alguns casos recentes (estes sempre nos remetem ao passado pois "o tempo não para" e "eu vejo o futuro repetir o passado" (Cazuza)): a "rebelião na EE Amadeu Amaral"," farra dos alunos de medicina", o "dedo decepado da aluna na escola pelo professor", enquetes no sitios de relacionamentos como "qual professor você jogaria escada abaixo?" (este ainda vi que quem criou foi um PROFESSOR de uma escola próxima de onde trabalho); acho que a resposta é o fim!
Se ainda pode se crêr que é possível reverter isto, junte-se ao time e lute. Ainda creio que somente uma base sólida, investindo-se na formação da família é possível alterar o futuro em que o mundo está caminhando.
É necessário que algo seja feito. É lamentável, lamentável...
Clique aqui, leia e se delicie ou não pela notícia. Em qual lado você está: dos que defendem a educação e os seus valores ou a crueldade de finalmente se satisfazer quando a vingança se aproxima?

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Contran prevê multa por desrespeitar vaga de idoso

Finalmente há luz no final do túnel. Já chega de ver abusos cometido nos estacionamentos de shoppings e supermercados (poderia até citar nomes mas, o bom senso me impede). Mas, como esta lei depende da adoção do estabelecimento comercial na qual este deve se inscrever num cadastro para poderem multar, QUAL ESTABELECIMENTO AUTORIZARÁ MULTAR UM CLIENTE????????? Estive conversando com alguns amigos que trabalham nestes lugares (são funcionários que trabalham nestes estabelecimentos. eles contam as dificuldades que têm ao tentarem persuadir um "cliente" não estacionar nestas vagas. Não conseguem e, ainda são ameaçados (e para piorar o superior deles fala: "São clientes, então deve-se agir com "bom-senso".").
Ouvindo estas coisas, estes estabelecimentos esquecem que somos 10% da população (fora os idosos que também são desrespeitados) e somos CLIENTES também.
Presenciei pessoas simularem deficiência encurtando a mão na manga, mancarem... só para utilizar estas vagas.
E o bom-senso quando chegamos a um local e não podemos utilizar???? Todas as vezes tive colocar o meu veículo em local de risco (à pedido deles mesmos) ou longe. Relato um fato ocorrido num supermercado de grande porte. Eles pediram para "ajeitar" o veículo num local de risco por não haver mais vagas. Só que neste local corria sério risco de alguém bater em meu veículo. Perguntei se o mercado garantiria a segurança (no qual temos direito desde que você estacione corretamente). A resposta foi evasiva. (Observação: ouvintes me relataram que os outros veículos estacionados nas vagas não transportavam pessoas com necessidades especiais).
Ainda pergunto: DIREITO TEMOS, DEVERES TEMOS. MAS E OS DEVERES DOS OUTROS????? SÓ LEMBRAM DOS DIREITOS????
RESUMINDO: Mais uma lei que estará enfadada ao fracasso!!!!

Clique aqui e leia o texto da Folha de São Paulo do dia 23/12/2008. (presente de Natal rsrs)

Ensino fundamental dobra inclusão de aluno com deficiência

Estou retornando e espero que este ano tenhamos mais notícias de qualidade do que quantidade de informações.
Li um artigo na Folha de São Paulo sobre a INCLUSÃO. Este diz sobre o aumento da demanda de alunos com deficiência. Se por um lado achamos ótimo saber que a inclusão veio para consolidar o que sempre almejamos, por outro lado temos uma situação com classes numerosas (35 é muito!!!), professores em grande número desanimados e alguns sequer querem auxiliar estes alunos. A faca de 2 gumes corta e atinge, infelizmente, o lado do mais fraco: os "incluídos". Será errado eu colocar que em muitos lugares não há inclusão e sim uma "educação bancária"?
Clique aqui e leia o texto da folha publicado no dia de hoje.